Quando uma startup deve terceirizar o financeiro?
Quando a rotina deixa de caber em uma pessoa com folga: o fechamento passa a atrasar, a conciliação deixa de ser diária ou a startup está perto da primeira contratação sênior de financeiro. A JRX atende empresas com 20 a 300 lançamentos financeiros por mês, e o que decide o momento é o que trava, mais do que o tamanho da empresa.
O BPO financeiro substitui o CFO?
Não. O BPO opera a rotina e entrega dado confiável; quem lê esse dado com o conselho e propõe decisão é o CFO. Quando a startup precisa dos dois, o BPO é a base e o CFO as a Service ou o CFO interino trabalha em cima dela.
Vale mais a pena terceirizar ou contratar um analista financeiro?
Depende do estágio. Contratar significa depender de uma pessoa, com o risco de férias, saída e treinamento, além do custo do sistema e da supervisão. O BPO troca esse ponto único por um time e um processo, com valor mensal fixo. Um financeiro interno estruturado costuma fazer sentido mais adiante, quando o volume e a complexidade justificam uma equipe dedicada.
Preciso trocar de sistema para começar?
Não. A JRX opera nos principais ERPs do mercado e, quando ainda não há sistema, começa em planilha estruturada e migra depois. O acesso continua sendo da empresa.
Quem aprova os pagamentos?
O fundador, dentro da alçada que ele define. O padrão é a JRX agendar o pagamento e a aprovação ser feita no aplicativo do banco.
Quanto custa o BPO financeiro para startup?
Não existe preço de tabela, porque o trabalho não tem o mesmo tamanho em duas empresas. O valor mensal e fixo depende do volume de notas fiscais, do volume de pagamentos e do número de contas bancárias, e a proposta sai depois de uma conversa de mapeamento.
Conteúdo sob responsabilidade técnica de Hugo Justino, CRC-DF DF-021207/O-3.