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JRXProdutosCFO ou BPO

01Qual dos dois

CFO as a Service ou BPO financeiro: qual resolve o seu caso.

O CFO as a Service da JRX, o CFOx, é um serviço dentro do BPO financeiro: a operação cuida do dinheiro da empresa e o CFOx entra em cima dela para decidir com o número na mão. A escolha, então, é entre só a operação e a operação com o CFOx. A tabela abaixo parte do sintoma, e não do nome do serviço.

02Pelo sintoma

Encontre a frase que descreve a sua semana. A coluna do meio diz qual serviço atua nela.

O que aconteceO que resolvePor quê
Pago boleto, concilio o banco e monto planilha fora do expediente.BPO, só a operaçãoÉ rotina repetitiva com prazo. Quem faz isso é a operação do BPO, e o fundador volta para o que só ele resolve.
Não sei dizer quanto sobra no fim do mês.BPO, só a operação, primeiroSem entradas e saídas conciliadas não existe número em que a gestão possa trabalhar. O dado vem antes da leitura.
O fechamento do mês atrasa e a contabilidade pede o que o financeiro não entrega.BPO, só a operaçãoO fechamento passa a sair no calendário e amarrado com a contabilidade, sem lançamento sem origem.
O dado é bom, mas não sei se posso contratar, mexer no preço ou abrir outra unidade.BPO com o CFOxA pergunta é de decisão. O CFOx simula o cenário com os seus números antes de a empresa assinar.
Tenho banco, investidor ou venda de participação pela frente.BPO com o CFOxOrçamento, projeção e a organização dos números para terceiros fazem parte do escopo do CFOx.
As reuniões de sócios terminam sem ata, e ninguém cobra o que foi combinado.BPO com o CFOxA reunião mensal de resultado, com pauta antes e ata com compromissos depois, é a rotina central do CFOx.
A pessoa do financeiro saiu e a rotina parou.BPO, só a operaçãoTroca o ponto único de falha por um time e um processo, com os trinta dias de operação assistida.

03Lado a lado

A operação e o CFOx têm rotina, cadência e entregáveis diferentes, dentro do mesmo BPO financeiro. Cada um tem a sua página, com escopo completo.

CritérioBPO financeiro · operaçãoCFOx · módulo do BPO
O que fazOpera contas a pagar e a receber, conciliação, cobrança e fluxo de caixa.Lê o resultado com a diretoria, orça, projeta e simula cenários.
CadênciaRotina diária, relatório semanal e fechamento mensal.Reunião de resultado e DRE gerencial todo mês; orçamento anual com revisão trimestral.
Quem decideNinguém: executa o que a empresa define, e o fundador aprova cada pagamento na alçada que fixa.Recomenda ao sócio e cobra o combinado na reunião seguinte.
O que entregaRelatório semanal, fluxo de caixa de 90 dias, conciliação fechada e relatório de inadimplência.DRE gerencial, painel de indicadores, ata de reunião, orçamento e modelo de cenários.
O que precisa existir antesAcesso de leitura às contas, o sistema ou a planilha atual e a lista de pagamentos recorrentes.A operação do BPO rodando, que produz o dado conciliado, e alguém que participe da reunião mensal.
Para quemEmpresa com 20 a 300 lançamentos financeiros por mês e o financeiro concentrado em uma pessoa.Empresa que fatura acima de R$ 500 mil por mês ou cresce rápido, com mais de uma frente de receita ou captação à vista.

Escopo completo: CFO as a Service e BPO financeiro. Para saber se a operação já vale a pena, veja quando o BPO financeiro vale a pena.

04Quando acrescentar o CFOx

O CFOx não se contrata sozinho: depende do dado que a operação produz, e por isso a operação vem primeiro. A empresa que já fatura alto, ou que está perto de uma rodada, costuma precisar da operação e do CFOx desde o começo.

A operação produz o dado

Contas conciliadas e fechamento no calendário. É o material que o CFOx lê e que o investidor confere.

O CFOx interpreta e propõe

Com o dado confiável, a reunião mensal deixa de discutir se o número está certo e passa a decidir o que fazer com ele.

Uma casa, um fechamento

O fechamento da operação alimenta a DRE gerencial sem retrabalho, e a contabilidade da própria casa fecha o mesmo número.

Para startups, o recorte por estágio está em BPO financeiro para startups e em CFO interino para startups.

05Perguntas frequentes

O CFO as a Service é separado do BPO financeiro?

Não. Na JRX, o CFO as a Service, o CFOx, é um serviço dentro do BPO financeiro: entra em cima da operação e depende do dado que ela produz. Por isso a escolha é entre a operação sozinha e a operação com o CFOx.

Dá para contratar o CFOx sem a operação do BPO?

Não. O CFOx é um módulo do BPO financeiro e vem junto com a operação. Sem entradas e saídas conciliadas não há número confiável para a gestão ler, e a operação é o que produz esse número.

Por onde começar: só a operação ou com o CFOx?

Só pela operação quando o dado ainda é ruim: fechamento atrasado, conciliação por fazer, saldo incerto. Com o CFOx quando o dado já é confiável e a dúvida é de decisão: contratar, investir, captar, mudar preço. Quando as duas situações existem, a operação vem primeiro e o CFOx entra em seguida.

Dá para contratar a operação e o CFOx ao mesmo tempo?

Dá, e é o arranjo mais comum quando a empresa já fatura alto ou está perto de uma rodada. Tudo fica na mesma casa, junto com a contabilidade, o que evita a ida e volta quando um número não fecha.

Quem aprova os pagamentos?

O dono, dentro da alçada que ele define. O padrão da operação é a JRX agendar o pagamento e a aprovação ser feita no aplicativo do banco. O CFOx não movimenta a conta.

Uma empresa pequena precisa do CFOx?

Em geral, não. Antes de um faturamento mais alto ou de uma captação, a operação do BPO costuma resolver o que dói, e o CFOx entra quando a pergunta passa a ser de decisão.

Conteúdo sob responsabilidade técnica de Hugo Justino, CRC-DF DF-021207/O-3.

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