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JRXReforma tributáriaSimulador do Simples Híbrido

00Ferramenta grátis · decisão de setembro

Simples Normal ou Simples Híbrido: para que lado o seu perfil pesa

De 1º a 30 de setembro de 2026 quem está no Simples decide se vai recolher IBS e CBS dentro do DAS ou pelo regime regular. Três perguntas sobre a sua carteira mostram para onde a decisão tende — e onde ela ainda depende de conta.

Estimativa serve. O simulador aponta a direção da decisão — não calcula imposto, e nenhum dado sai do seu navegador.

Para onde o seu perfil pesa

Seu perfil está no meio — aqui a conta decide

Você tem uma fatia relevante dos dois lados. Nesse cenário a escolha não sai do perfil: sai do número, cliente a cliente. É exatamente a faixa em que rodar o diagnóstico antes de 30 de setembro muda a decisão.

Crédito que você gera para o cliente25%

50% do faturamento é B2B · não sei dizer

Crédito que você recupera nas compras40%

Quanto do seu custo entra com nota creditável

Isto é triagem, não apuração. O valor exato sai das notas fiscais dos últimos 12 meses.

Ver o Diagnóstico do Simples

O que exatamente muda em setembro

A reforma tributária substitui PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS por um IVA dual — a CBS, federal, e o IBS, de estados e municípios. Para quem está no Simples Nacional, isso abre uma escolha que não existia: continuar recolhendo IBS e CBS dentro do DAS, como hoje, ou apurá-los por fora, pelo regime regular. É a chamada opção pelo Simples Híbrido.

A empresa não sai do Simples. Continua optante e continua recolhendo os demais tributos na mesma guia. O que muda é só a apuração de IBS e CBS, que passa a dar direito a crédito nas compras e a gerar crédito cheio para o cliente.

A opção é feita de 1º a 30 de setembro de 2026, conforme a Resolução CGSN nº 186/2026, e vale a partir de 1º de janeiro de 2027. Dá para cancelar até o último dia de novembro de 2026, e existe uma segunda janela em março de 2027 com efeito no segundo semestre.

Por que a resposta está na carteira, não no porte

A pergunta que decide não é quanto a empresa fatura, é quem compra dela. Se o seu cliente é consumidor final, a cadeia termina em você: o crédito que a sua nota gera não serve para ninguém, e o que pesa é o custo direto de operar. Trocar de regime tende a fazer pouca diferença competitiva.

Se o seu cliente é outra empresa que apura pelo regime regular, a conta vira. Ele aproveita o crédito da nota que recebe — e uma nota que gera menos crédito faz o seu preço chegar mais caro no caixa dele do que o de um concorrente que cobra o mesmo. O preço na proposta é igual; o custo efetivo, não.

Do outro lado está o que você recupera. No regime regular, as compras da atividade passam a gerar crédito para você. Quanto maior a fatia de fornecedores que emitem nota creditável, maior esse alívio — por isso ele entra como o segundo eixo do simulador acima.

O que este simulador não faz

Ele não calcula quanto você vai pagar. Fazer essa conta exige a participação de IBS e CBS dentro do DAS no seu anexo e a alíquota de referência do regime regular aplicada à sua atividade, cruzadas com as notas fiscais de entrada e saída dos últimos 12 meses. Sem esses dados, qualquer número seria estimativa apresentada como certeza — e é uma decisão que vale por um semestre inteiro.

O que ele faz é dizer se você está numa faixa em que a escolha é praticamente indiferente, numa em que ela é clara, ou naquela em que só a conta resolve. Nas duas últimas, vale rodar o diagnóstico antes que a janela feche.

Serviço relacionado

Diagnóstico do Simples Nacional

Os dois regimes simulados com os números reais da empresa, o mapeamento de quem na sua cadeia aproveita crédito e a recomendação final. Entrega em até 10 dias úteis.

Ver o diagnóstico

Prazo: 30 de setembro de 2026

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